Como a OHB atua no organismo
A terapia promove diversos efeitos fisiológicos que auxiliam na recuperação do paciente:
Maior oxigenação dos tecidos
Aumenta a disponibilidade de oxigênio em áreas com circulação reduzida.
Estimula a cicatrização
Favorece a formação de novos vasos sanguíneos e a regeneração dos tecidos.
Auxilia no combate a infecções
Potencializa a ação das células de defesa e pode complementar o tratamento de algumas infecções.
Reduz o edema
Contribui para a diminuição do inchaço em determinados processos inflamatórios
Apoia a recuperação dos tecidos
Estimula mecanismos naturais de reparação e recuperação celular.
Indicações
Indicações Oficiais CFM e SBMH
De acordo com o Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica (SBMH), o uso de Oxigenoterapia Hiperbárica é indicado para:
Lesões Refratárias
Úlceras de pele, lesões pé-diabético, escaras de decúbito, úlcera por vasculites auto-imunes, deiscências de suturas
Síndrome de Fournier
Fascite necrotizante dos órgãos genitais e região perineal
Retalhos e Enxertos
Retalhos ou enxertos comprometidos ou de risco
Gangrena Gasosa
Tratamento de infecções graves causadas por bactérias anaeróbias
Isquemias Agudas Traumáticas
Lesão por esmagamento, síndrome compartimental, reimplantação de extremidades amputadas
Embolias
Embolias gasosas, doença descompressiva e embolias traumáticas pelo ar
Infecções Necrotizantes
Celulites, fasciites e miosites de tecidos moles
Lesões por Radiação
Radiodermite, osteorradionecrose e lesões actínicas de mucosas
Queimaduras
Queimaduras térmicas e elétricas de diversos graus
Osteomielites
Infecções ósseas de difícil tratamento convencional
Anemia Aguda
Casos de impossibilidade de transfusão sanguínea
Vasculites Agudas
Etiologia alérgica, medicamentosa ou por toxinas biológicas (aracnídeos, ofídios e insetos)
Intoxicações
Envenenamento por monóxido de carbono, inalação de fumaça, cianeto ou derivados cianídricos
Indicações Médicas Abrangentes
FAG
Perguntas Frequentes sobre a Câmara Hiperbárica
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Não.
Você fica deitado, confortável, respirando normalmente.O que pode acontecer é uma sensação de pressão no ouvido (parecida com avião), mas ensinamos como aliviar e isso costuma ser bem tranquilo.
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Em média, cerca de 90 minutos.
Inclui o tempo de pressurização, o período dentro da câmara e a despressurização no final.
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Depende do seu caso.
Algumas situações precisam de poucas sessões, outras exigem um tratamento mais prolongado.
Isso é definido na avaliação médica. -
Sim — quando bem indicada.
Ela é recurso médico com evidência científica, principalmente para melhorar a cicatrização e a recuperação em algumas condições.
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Principalmente para:
feridas que demoram para cicatrizar
pé diabético
pós-operatórios selecionados
infecções mais complexas
lesões por radiação
E também pode ser usada como suporte em recuperação e performance, dependendo do caso.
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Depende.
Existem situações em que usamos como suporte à recuperação ou performance, mas isso precisa ser avaliado individualmente.
Nem todo mundo precisa — e nem todo mundo se beneficia.
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Sim, quando feito com equipe treinada e avaliação médica.
A oxigenoterapia hiperbárica é um tratamento seguro, mas como qualquer procedimento médico, precisa ser bem indicado e acompanhado.
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Os riscos são baixos quando o tratamento é feito corretamente.
O mais comum é desconforto no ouvido pela pressão.
Por isso, sempre fazemos avaliação antes e acompanhamos durante todo o processo. -
Algumas condições precisam de avaliação mais cuidadosa, como:
problemas pulmonares específicos
gestantes
pessoas com pneumotórax não tratado ou espontâneo
dificuldade de compensar pressão no ouvido
Por isso, a consulta antes do tratamento é fundamental.
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Você fica deitado, em um ambiente confortável.
Pode relaxar, assistir algo ou até cochilar durante a sessão.
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O ideal é passar por avaliação.
Aqui na AERIS, a gente avalia seu caso e define se há indicação — não é um tratamento feito sem critério.
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Sim, em muitos casos.
Ela melhora a oxigenação dos tecidos, o que ajuda o corpo a cicatrizar melhor — principalmente quando existe dificuldade de cicatrização.
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Depende do caso.
Algumas pessoas percebem melhora mais cedo, outras precisam de mais sessões.
O importante é entender que é um tratamento progressivo. -
Na maioria dos casos, sim.
A rotina costuma seguir normalmente, com as sessões sendo encaixadas ao longo da semana.
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